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ELCIAS DERIVA DE EL CIDAS |
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O nome Elcias vem da língua espanhola, das palavras “El cidas”, que querem dizer,
“os descendentes de EL CID”, o maior herói da Espanha. Devido à proximidade da Espanha e Portugal, muitos
descendentes do EL CID migraram para o país lusitano vizinho e de lá, muitas
famílias vieram para o Brasil. Com o aportuguesamento do termo “Los Elcidas”, ou seja, “os
descendentes de El Cid”, o termo foi
abreviado para “ELCIAS”. Nasceu também
outra versão deste sobrenome, que foi “Helcias”, com H na frente. |
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A dinastia espiritual dos “Elcias”
tem as mesmas características do seu ancestral. Os “Elcias” são guerreiros,
bravos, cristãos, inteligentes e valorizam a família. |
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Ano: 1980 (Chegada do Papa João
Paulo II) Ana Maria Elcias, Hugo Varela, |
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Ano 2021 |
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Ano:1996 Casamento Católico José Carlos
& Cláudia Igreja de Santo Afonso (Igreja
Redonda) |
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Ano: 2006 José Elcias Filho e 75 anos 41
anos |
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Ano: 2007 Bodas de Ouro Elcias e Jarina 50 anos de casados |
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Ano: 2007 –
Natal José Carlos, Cláudia, Letícia,
Carlos Eduardo (ELCIAS) Skiff e Sky |
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Ano: 2007 –
Natal (Shopping Iguatemi) José Carlos, Letícia, Carlos
Eduardo (ELCIAS) |
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Ano: 2018 (Livro da Letícia –
Casa da Indústria) Carlos Eduardo, Cláudia, José
Carlos e Letícia (ELCIAS) |
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Ano: 2023 (Casamento civil André
& Letícia) Carlos Eduardo e Letícia
(ELCIAS) |
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André Gadelha e
Luana Medeiros |
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A história de El Cid (Campeador), o cavaleiro que salvou a Espanha. Rodrigo Diaz de Vivar |
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Ícone dos valores dos Elcias: DEUS ~ PÁTRIA ~
FAMÍLIA |
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Nasceu em Burgos, na Espanha em 1043 e faleceu em
Valência em 10 de Julho de 1099 aos 56 anos de idade. Mais conhecido por El Cid (do mourisco sidi,
"senhor") e de Campeador (Campidoctor, Campeão), foi um nobre guerreiro castelhano que viveu no século
XI, época em que a Hispânia
estava dividida entre reinos rivais de CRISTÃOS e mouros (muçulmanos). Sua vida e feitos se tornaram, com as cores da lenda,
sobretudo devido a uma canção de gesta (a Canción
de Mio Cid), datada de 1207, transcrita no século XIV pelo copista Pedro Abád, cujo manuscrito se encontra na Biblioteca Nacional
da Espanha, um referencial para os CAVALEIROS DA IDADE MÉDIA. A imagem que
emerge desse manuscrito é a do cavaleiro medieval idealizado: forte, valente,
leal, justo e piedoso. Rodrigo nasceu em Vivar, uma
pequena aldeia próxima à cidade de Burgos, capital do Reino de Castela. Era
filho de Diego Flaínez, e de uma senhora com o
sobrenome Rodrigues, filha de Rodrigo Álvares, membro da alta nobreza
castelhana. Órfão de pai aos 15 anos, foi levado para a corte do Rei
Fernando I de Leão, onde se tornou amigo e companheiro do infante Sancho,
filho do rei. A sua educação se fez no monastério de San
Pedro de Cardeña, recebendo ensinamentos sobre
letras e leis. Com a morte de Fernando I, o reino foi dividido entre
seus filhos: Castela ficou para Sancho; a Galiza
para Garcia; Leão para Alfonso; Toro para Elvira; e Zamora
para Urraca. Ocorre que Sancho não concordou com a
divisão e passou a lutar pela reunificação e ampliação da herança paterna,
sob sua coroa, e nessa luta, contou com a ajuda de Rodrigo, nomeado Alferes
do reino. Rodrigo tinha 23 anos quando venceu, em combate
singular, o alferes de Navarra, Jimeno
Garcés, façanha que lhe valeu a alcunha de
"Campeador", e já no ano seguinte começou a ser conhecido como
"El Cid", entre os mouros. |
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Investindo contra o irmão Alfonso (Batalha de Golpejera), Sancho tomou-lhe o reino de Leão e, em
seguida, voltou-se contra Zamora, empreendendo o
cerco do castelo onde vivia Urraca. Foi durante
esse cerco que ele foi assassinado, a traição, por Vellido
Dolfos, suspeito de ser agente de Alfonso. Sancho não deixou herdeiros e Alfonso VI tornou-se rei
de Castela. Mas só foi coroado depois de prestar o Juramento de Santa Gadea, exigido por Rodrigo, eximindo-se de qualquer
envolvimento na morte do irmão. Após esse episódio, as relações entre o rei e Rodrigo se
foram tornando cada vez mais tensas, até que, em 1081, El Cid
foi desterrado, pela primeira vez, de Castela. Condados , Reinos e Taifas
na Península Ibérica no século XI. Segundo a "Canción de Mio
Cid", 300 dos melhores cavaleiros castelhanos decidiram acompanhá-lo no
exílio, fazendo de Zaragoza seu quartel general e travando batalhas
vitoriosas contra os mouros. O certo é que, nesse tempo, Rodrigo estabeleceu vínculos
com o rei mouro da taifa de Valência, Al-Cádir, que se tornou seu amigo e protegido. Foi em
benefício de Al-Cadir que El
Cid conquistou os pequenos reinos de Albarracín e Alpuente. Em 1089, o almorávida Yusuf cruzou o estreito de Gibraltar, à frente de um
numeroso exército. A invasão ameaçava a segurança de todos os reinos
espanhóis, e o rei Alfonso pediu ajuda a Rodrigo, fazendo-o retornar a
Castela. Mas não tardou para que a hostilidade voltasse a se manifestar entre
ambos, e El Cid foi desterrado pela segunda vez. Nos dez anos que se seguiram, a fama do
"Campeador" cresceu. Agora liderando um grande exército, conquistou
e se tornou senhor dos reinos mouros de Lérida, Tortosa, Dénia, Albarracín, e Alpuente. Por volta de 1093, ao saber do assassinato de Al-Cádir, atacou a taifa de
Valência, conseguindo tomá-la em junho de 1094, após 19 meses de cerco da
cidade. Ao se tornar senhor de
Valência, mostrou-se um governante justo e
equilibrado. Outorgou à cidade um estatuto de justiça, implantou a religião cristã mas,
ao mesmo tempo, renovou a mesquita dos muçulmanos, cunhou moedas e rodeou-se
de uma corte de estilo oriental, composta tanto por poetas árabes e cristãos,
quanto por pessoas eminentes no mundo das leis. |
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Mas, os almorávidas não estavam
inertes e se apresentaram às portas da cidade, sob a liderança de Mahammad, sobrinho de Yusuf.
Após vários combates, El Cid obteve uma vitória decisiva, que contribuiu
para tornar sua pessoa objeto de narrativas heróicas. Até a sua morte, Rodrigo governou Valência em nome de
Alfonso VII mas, na verdade, o seu poder era
independente do rei. E, ele tratou de aumentá-lo, fazendo casar uma de suas
filhas, Cristina também conhecida como Elvira, com o príncipe Ramiro Sanchez
de Pamplona, e a outra, Maria Rodriguez de Bivar,
com o conde de Barcelona, Raimundo Berengário III. Ao contrário da tradição lendária, que aprecia vê-lo
morrendo heroicamente em combate, Rodrigo Díaz de Vivar, chamado de "El Cid",
faleceu numa cama de seu castelo em Valência a 10 de julho de 1099. É nesse ponto da história que Rodrigo vira uma lenda. Os mouros ficaram confiantes,
pois haviam finalmente matado o El Cid. A sua mulher mandou amarrar o seu corpo ao
cavalo e a sua espada à sua mão e o mandou ao campo de batalha. Ao ver El Cid em cima do seu cavalo passaram a fugir e foram
perseguidos e derrotados pelo exército de Rodrigo. Por isso, reza a lenda que Dom Rodrigo de Castella, El Cid, venceu uma batalha depois de morto. Os seus
restos mortais, juntamente com os de sua espôsa, Jimena,
estão sepultados na Catedral de Burgos
(fotos a seguir). |
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Estátua de El
Cid, |
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O El Cid também registrou sua
história na capital da Hispânia (Espanha), que na
Idade Média era TOLÊDO. |
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Entrada da cidade de Tolêdo |
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Estátua de El Cid na entrada de
Tolêdo |
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TOLÊDO foi tombada como Patrimônio Histórico da
Humanidade pela UNESCO. Ela continua com a estrutura de cidade medieval. |
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Somente em 1561 é que a cidade de Madrid ganhou ares mais sofisticados.
Foi quando Felipe II transferiu a sua corte de Toledo para lá. Mais tarde, em
1606, o seu sucessor Felipe III a
oficializou como capital do reino
espanhol. |
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FILMES
PRODUZIDOS |
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FILME
EL CID, COM CHARLTON HESTON E SOFIA LOREN A
trajetória de Rodrigo Diaz de Bivar,
mais conhecido como El Cid (Charlton
Heston), herói espanhol do século XI que uniu os
católicos e os mouros do seu país para lutar contra um inimigo comum: o emir
Ben Yussuf (Herbert Lom).
Esta
longa jornada começou quando Rodrigo, um súdito do rei Ferdinand de Castella, Leão e Astúrias (Ralph Truman),
liberta cinco emires que eram prisioneiros dele e
por causa deste ato é acusado de traição. Don Ordóñez
(Raf Vallone) o acusa
inicialmente, mas na corte é o Conde Gormaz de Oviedo (Andrew Cruickshank)
quem acusa duramente Rodrigo e humilha Don Diego (Michael Hordern),
o pai de Rodrigo. Estes
acontecimentos acabam provocando um duelo de Rodrigo com o Conde Gormaz, o campeão do rei. Rodrigo o mata, mas acontece que
Gormaz também era pai de Jimena
(Sophia Loren), a mulher que Rodrigo amava e com quem ele pensava em se
casar. Mas, em virtude do acontecido, ela passa então a odiar (ou pensa, que
odeia) Rodrigo, seu antigo amor. Aproveitando
este momento conturbado Ramiro, rei de Aragão, exige a posse da cidade de Calahorra e sugere que ela seja disputada entre os
paladinos de cada reino em uma luta até a morte. Então Rodrigo se apresenta
para duelar pelo seu rei, pois ele tinha matado Gormaz,
o antigo paladino, e se Rodrigo vencesse o combate contra Don Martin
(Christopher Rhodes), que já tinha matado vinte e sete homens em combates
corporais, seria perdoado pelo rei. |
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Canais fechados de TV Está disponível somente na Pesquise por: “EL CID” A Netflix não possui este
filme. (é óbvio !) |
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Você pode assistir a várias versões
pelo Youtube. |
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Encontrei esta aqui DUBLADA,
pois a maioria delas é sem dublagem e em
inglês. |
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El Cid - É um filme épico de 1961 que
conta a história romanceada da vida do cristão e maior herói do Reino de
Castela o cavaleiro Don Rodrigo Díaz de Bivar (Vivar), chamado de
"El Cid" (do árabe as-Sidi,
que significa "O Senhor"), que, no século XI, lutou contra o
norte-Africano Almorávidas e, finalmente,
contribuiu para a unificação da Espanha. O filme é estrelado Charlton Heston no papel-título e Sophia Loren como Doña Ximena. Feito por Samuel Bronston Productions em
associação com Dear Film Production e lançado nos Estados Unidos por Allied Artists Pictures Corporation, o filme
foi dirigido por Anthony Mann e produzido por Samuel Bronston
com Jaime Prades e Michal
Waszynski como produtores associados. O roteiro foi
de Philip Yordan, Ben Barzman e Fredric M. Frank a
partir de uma história de Frank. A trilha sonora foi de Miklós
Rózsa, a cinematografia realizada por Robert Krasker e a edição por Robert Lawrence.
O filme teve sua estréia mundial no Teatro Metropole,
Victoria, Londres, em 6 de dezembro de 1961. |
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EL CID - COMPLETO E DUBLADO (clique para assistir) |
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Elenco principal Charlton Heston
como El Cid Sophia Loren como Doña Ximena Herbert Lom como Ben Yussuf Raf Vallone
como García Ordóñez Geneviève Page
como Doña Urraca (irmã de
Alfonso VI) John Fraser como Alfonso VI
(rei de Castela) Douglas Wilmer como Al-Mu'tamin (Emir de Zaragoza) Frank Thring como Al-Kadir (Quadir) (Emir de
Valência) Michael Hordern como Don Diego
(pai de Rodrigo) Andrew Cruickshank como Conde Gormaz (pai de Jimena) Gary Raymond como o príncipe Sancho,
o primeiro nascido de D. Fernando Ralph Truman como Rei
Ferdinand Massimo Serato
como Álvar Fáñez
(sobrinho de Rodrigo) Hurd Hatfield,
como Arias Tullio Carminati
como Al-Jarifi Fausto Tozzi como Dolfos Christopher Rhodes como Don Martin Carlo Giustini como Bermudez Gerard Tichy como Rei Ramirez Barbara Everest como Madre Superiora Katina Noble
como Nun Nerio Bernardi
como Soldado (creditado no filme como Nélio Bernardi) Franco Fantasia como soldado Prêmios e indicações Directors
Guild of Direção (Outstanding Directorial
Achievement in Motion Pictures) Indicado, Anthony Mann Oscar 1962 (EUA) Canção Indicado, Miklós
Rózsa Pela canção "Love Theme from El Cid (The Falcon and the
Dove)". Indicado, Paul Francis Webster Pela canção "Love Theme
from El Cid (The Falcon and the Dove)". Direção de Arte - Decoração de Cenários, Colorido Indicado, Veniero Colasanti. Indicado, John Moore Trilha Sonora (Drama ou Comédia) Indicado, Miklós Rózsa para Música Original e Melhor Canção British Society
of Cinematographers 1961 Prêmio de Melhor Direção de Fotografia Robert Krasker Golden
Reel Award 1962 Motion
Picture Editors Sound Verna
Campos |